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	<title>Phoenix Coach</title>
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	<description>Coaching: um mundo de possibilidades</description>
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		<title>If I were brave</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 16:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Linda música... é preciso coragem para ser quem você realmente é!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><html /><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6lfZv718hXA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Como escolher um coach &#8211; Video</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/633/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 17:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Ed Modell, Presidente mundial da ICF - International Coach Federation]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="560" height="345"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N7b5uNxI8uE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/N7b5uNxI8uE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="345" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Os quartos da mudança</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/os-quartos-da-mudanca/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 00:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O psicólogo sueco Claes Janssen desenvolveu um modelo chamado ‘Os quatro quartos da mudança’, que ajuda a entender os ciclos previsíveis das várias transições pelas quais passamos em nossas vidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O psicólogo sueco Claes Janssen desenvolveu um modelo chamado ‘Os quatro quartos da mudança’, que ajuda a explicar as fases previsíveis das transições. Imagine uma casa de quatro cômodos interligados, em que um dá passagem ao outro. Esses cômodos simbolizam as passagens necessárias para se completar um ciclo de transição.</p>
<p>O primeiro quarto é o do Contentamento, onde a energia é boa e estamos satisfeitos e motivados com o que temos. É um lugar de satisfação. Tudo está arrumadinho. É gostoso ficar lá dentro. É nossa zona de conforto.</p>
<p>Como diz a sabedoria popular, ‘não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe’. E, quando, por alguma razão, esse quarto se desarruma, o ciclo encarrega-se de nos mover para o próximo quarto, o da Negação. O gatilho dessa mudança de condição pode estar ligado a causas externas – como problemas com emprego, relacionamentos etc. – ou a questões internas vinculadas a nossa própria necessidade de desenvolvimento.</p>
<p>O quarto da Negação tem uma característica curiosa: não conseguimos reconhecer que estamos ali dentro. Para todos os efeitos, não sentimos que fizemos essa passagem. Emocionalmente, ficamos agarrados à ilusão de que o Contentamento ainda existe e que alguma coisa acontecerá para restituí-lo. É como se estivéssemos defendendo aquilo que já não existe. As condições mudaram e exigem adaptação. E, se alguém disser que estamos negando, além de negarmos a negação, costumamos oferecer uma lista de justificativas para explicar os ‘culpados’ externos por essa condição que julgamos provisória. De fato, ela é transitória, já que estamos falando de mudança. Mas transições são feitas em ciclos previsíveis e, em vez de voltarmos para o quarto do Contentamento, o próximo cômodo que nos espera é o da Confusão.</p>
<p>Nesse terceiro cômodo, a Negação dá lugar à consciência da Confusão. É comum estarmos sem foco, precisando mergulhar em nós mesmos à procura da confirmação de nossa identidade, que sofre transformações. É uma fase em que estamos reconstruindo nossa auto-imagem, sabendo e sentindo que precisamos mudar, mas ainda sem entender bem o quê ou como. Quando, enfim, nos desprendemos de alguma certeza do passado, abre-se a porta do último quarto.</p>
<p>O quarto da Renovação é o espaço da possibilidade. É o lugar de se abraçar o novo, de não ter certezas, de experimentar e conviver com erros e acertos que fazem parte de qualquer nova tentativa.</p>
<p>Coaching é um trabalho de facilitação de mudança. O coach oferece apoio a seu cliente para que ele navegue nesse recinto. As pessoas que estão no quarto do Contentamento, em geral, não buscam coaching, a não ser para questões de equilíbrio vida x trabalho. O auxílio do coach, na maioria das vezes, é procurado quando as pessoas estão no segundo e no terceiro quartos. Ciente da previsibilidade do ciclo, o coach – em vez de apontar a Negação – opta por questionamentos que levem à Confusão. E, quando o cliente entra nessa terceira fase, uma das tarefas do coach é estimular a reflexão do que é preciso abrir mão e do que se quer levar para o quarto da Renovação. Isso é possível, por exemplo, por meio de uma análise e da priorização dos valores que orientam as escolhas individuais. E, na fase da Renovação, o coach apóia a experimentação da possibilidade, da aceitação do risco do erro como contrapartida necessária à chance de acerto.</p>
<p>Quando entendemos esse ciclo, fica mais fácil perceber que o escafandro é o lugar das vozes da falsa certeza da Negação, o lugar do ‘eu sou assim’ e da ‘culpa é do outro’. O casulo é o espaço do silêncio do não-saber reinante na Confusão. Sei que estou mudando, mas não conheço minhas próximas cores.</p>
<p>Escafandro e casulo são ambientes contíguos, mas têm funções diferentes no ciclo da mudança. A Renovação só vem depois da Confusão. Não é possível renovar a partir da Negação. Ou seja, não dá para pular um quarto!</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado no portal<a href="http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna_col.asp?panorama=123&#038;tipo=C" target="_blank"> Nós da Comunicação</a></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Pesquisa sobre coaching revela alto nível de ROI/Satisfação</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/primeira-pesquisa-global-de-clientes-de-coaching-revela-alto-nivel-de-roisatisfacao/</link>
		<comments>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/primeira-pesquisa-global-de-clientes-de-coaching-revela-alto-nivel-de-roisatisfacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 20:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo encomendado pela ICF revelou que 80% dos entrevistados aumentaram a autoestima, 73% melhoraram seus relacionamentos e 70% aumentaram o desempenho profissional após terem passado pelo processo de coaching. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo encomendado à PricewaterhouseCoopers pela <em>International Coach Federation</em> (ICF), maior entidade independente do setor criada para preservar a integridade da prática do coaching no mundo, revelou que 80% dos entrevistados aumentaram a autoestima, 73% melhoraram seus relacionamentos e 70% aumentaram o desempenho profissional após terem passado pelo processo. Uma maioria esmagadora, 82,7 %, dos indivíduos que tiveram ajuda de coach profissional relatou estar &#8220;muito satisfeito&#8221; com a experiência de coaching e 96,2 % disseram que repetiriam a experiência. As empresas que usam ou usaram coaching profissional por motivos comerciais tiveram um retorno médio sobre o investimento sete vezes maior, de acordo com o Relatório Final do Estudo de Cliente Global de Coaching da ICF.</p>
<p>Os dados são de 2009. Leia a matéria sobre a pesquisa:</p>
<h3><strong>Primeira pesquisa global de clientes de coaching revela alto nível de ROI/Satisfação</strong></h3>
<p><strong>Relatório final do estudo global de cliente de coaching da ICF já disponível</strong></p>
<p>LEXINGTON, KY&#8211;(Marketwire &#8211; July 6, 2009) &#8211; A primeira pesquisa mundial de clientes de coaching revela que a ajuda de coaching gera um retorno sólido do investimento para os clientes e cria mudanças positivas nas metas do cliente individual e de empresas.</p>
<p>As empresas que usam ou usaram coaching profissional por motivos comerciais tiveram um retorno médio sobre o investimento sete vezes maior, de acordo com o Relatório Final do Estudo de Cliente Global de Coaching da International Coach Federation (ICF &#8211; Federação Internacional de Coach). Os clientes individuais relataram um retorno médio de 3,44 sobre o investimento.</p>
<p>&#8220;Seja para usar a ajuda de coaching como uma estratégia de negócios nesta época difícil, ou para alcançar metas pessoalmente relevantes, as pessoas encontram grande valor no resultado do Estudo de Cliente Global de Coaching&#8221;, disse Karen Tweedie, Coach Profissional Certificada, presidente da ICF em 2009, a principal organização profissional do mundo para coaches. &#8220;Este estudo mostra que 86 porcento das empresas que usam ou usaram a ajuda de coaching relataram pelo menos um retorno de 100 porcento sobre o investimento inicial e um grande impacto nas metas dos clientes&#8221;.</p>
<p>Reconhecendo a significativa ausência de conhecimento ainda existente quanto a uma pesquisa confiável sobre o cliente de coaching, a ICF em 2008 solicitou que as firmas de pesquisas independentes PricewaterhouseCoopers e Association Resource Centre Inc. realizassem em conjunto este estudo revolucionário para a oferta de informação abrangente sobre os clientes de coaching, sobre o processo de tomada de decisão e da opinião sobre o coaching profissional. A pesquisa foi dividida em três fases distintas: pesquisa qualitativa do coach, pesquisa qualitativa do cliente e pesquisa quantitativa do cliente.</p>
<p>A pesquisa incluiu uma série de 14 pesquisas profundas com os coaches, cinco grupos de foco com 41 clientes e um componente-chave para a pesquisa: uma pesquisa online de 20 minutos com os 2.165 clientes de coaching de 64 países, que realizada de setembro a novembro de 2008.</p>
<p>&#8220;Este estudo foi o projeto de pesquisa global mais ambicioso já realizado&#8221;, disse Tweedie. &#8220;Buscamos informação de valor em todo o mundo sobre a profissão de coach, do ponto de vista do cliente de coaching. Além de valorizar o ROI, o estudo examina a motivação e a avaliação do cliente quanto à eficácia do coaching. Acreditamos que isto seja um benefício enorme para os profissionais de coaching e para o público&#8221;.</p>
<p>Tweedie destaca que o estudo mostra claramente que os coaches estão fazendo um bom trabalho e os clientes estão buscando uma mudança positiva para suas metas. Oitenta porcento dos clientes de coaching relataram que tiveram uma mudança positiva na sua auto-estima/confiança devido a esta parceria com um coach profissional. Além de aumentar a auto-estima/confiança, os participantes também relataram ter um impacto positivo nos relacionamentos, habilidade de comunicação, habilidade interpessoal, desempenho do trabalho e divisão trabalho/vida particular devido a esta parceria com coaches.</p>
<p>Uma maioria esmagadora, 82,7 porcento, dos indivíduos que tiveram ajuda de coach profissional relatou estar &#8220;muito satisfeito&#8221; com a experiência com coaching e 96,2 porcento disseram que repetiriam a experiência.</p>
<p>&#8220;A verdade é que a ajuda de coaching funciona!&#8221;, disse Tweedie. &#8220;A ICF vem promovendo os incríveis benefícios do coaching há quase 15 anos mas agora temos estes dados importantes que confirmam a nossa opinião baseada em uma pesquisa independente, compreensiva, qualitativa e quantitativa&#8221;. O Relatório Final do Estudo de Cliente Global da ICF pode ser adquirido no Coachfederation.org.</p>
<p>O Relatório Final de 85 páginas contém um Resumo Executivo e todas as conclusões obtidas com o estudo. Os dados estão divididos por regiões. Versões traduzidas do relatório em francês, alemão e espanhol serão postadas em breve para compra.</p>
<p>A ICF define coaching como uma parceria de pensamento provocador com os clientes e um processo criativo que os inspira a maximizar seu potencial pessoal e profissional. O coaching é um serviço distinto e bem diferente de terapia, consultoria, mentoria ou treinamento. Os indivíduos que participam de um relacionamento de coaching têm uma nova perspectiva dos desafios e oportunidades pessoais, habilidades aprimoradas de pensamento e de tomada de decisão, e maior confiança ao executar o trabalho escolhido e as funções da vida.</p>
<p>A International Coach Federation é a principal organização mundial para coaches, com mais de 12.800 associados em mais de 90 países, dedicada ao avanço da profissão de coach com a criação de altos padrões de ética, fornecimento de certificação independente, e a criação de uma rede mundial de coaches credenciados. A ICF é a única organização que concede credenciais mundiais, cujo total já é superior a 5.100. Para mais informação sobre como se tornar ou encontrar um coach credenciado pela ICF, acesse <a href="http://www.coachfederation.org" target="_blank">www.coachfederation.org</a>.</p>
<p>Matéria original em <a href="Um estudo encomendado à PricewaterhouseCoopers pela International Coach Federation (ICF), maior entidade independente do setor criada para preservar a integridade da prática do coaching no mundo, revelou que 80% dos entrevistados aumentaram a autoestima, 73% melhoraram seus relacionamentos e 70% aumentaram o desempenho profissional após terem passado pelo processo. " target="_blank">http://www.marketwire.com/press-release/Primeira-pesquisa-global-de-clientes-de-coaching-revela-alto-nivel-de-ROI-Satisfacao-1012960.htm</a></p>
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		<title>A arte de contratar um Coach</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/589/</link>
		<comments>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/589/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 13:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia o artigo publicado em O Estado de São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ARTE DE CONTRATAR O COACH</p>
<p>(Artigo escrito por Eliana Dutra* &#8211; -publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO em 27/03/2011)</p>
<p>No atual cenário de negócios a mudança é a palavra chave. Mudanças climáticas, mudança na economia mundial, mudança nos costumes&#8230; E como não poderia deixar de ser, mudança nas carreiras.</p>
<p>Em 1998 a ASTD (American Society for Training &amp; Development) em sua pesquisa anual constatou que o negócio treinamento era um dos três negócios que mais cresciam no mundo, equiparando-se ao mercado de tecnologia. Faz sentido: no momento em que há mudanças faz se necessário o treinamento e desenvolvimento de pessoas para se adaptarem a esta mudança seja ela de tecnologia ou não.</p>
<p>No bojo de todas estas mudanças novas profissões surgiram e algumas até se extinguiram rapidamente. Alguém se lembra do fitotecário? Mas há uma questão grave em relação a algumas destas novas profissões, como não são regulamentadas por lei – e talvez não devam ser &#8211; dão margem a que os espertos se aproveitem da ingenuidade de pessoas legitimamente interessadas.</p>
<p>Uma destas novas profissões é o coach, treinador numa tradução literal, mas que na verdade, não lembra nem de longe aquele sujeito, que nos é tão conhecido no futebol, pois fica na beira do gramado gritando ordens. Pelo contrário, o coach é o parceiro do cliente (coachee) num processo criativo e estimulante para o pensamento que o inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional. Isto de acordo com a International Coach Federation (ICF), maior e mais criteriosa associação sem fins lucrativos de coaches do mundo.</p>
<p>Coaching como profissão nova e não regulamentada pelos governos, busca a auto-regulamentação através de associações e federações. No entanto, o que aumenta muito a confusão do mercado é que algumas empresas com fins lucrativos se denominam “federação”, “sociedade” e “instituto”, o que induz o interessado ao erro de que aquela organização é representante de uma classe, quando nem sempre o é.</p>
<p>O consumidor que quer contratar um coach ou o profissional que quiser se especializar em coaching deve tomar pelo menos três cuidados: o primeiro é senso comum a não se deixar encantar por promessas do tipo: “torne-se um coach (ou participe deste processo) e resolva seus problemas de tempo e dinheiro”. Nada, nem ninguém, pode prometer tal resultado. Coaching é realmente uma parceria que tem excelentes resultados , mas naturalmente não é milagroso.</p>
<p>O segundo cuidado, mais difícil para os brasileiros por causa de nossa proverbial cordialidade, é buscar referências. Apesar de poder ser constrangedor solicitar diplomas, checar referências e questionar um profissional sobre sua experiência, principalmente quando este se mostra arrogante, neste caso é fundamental. Busque conversar com um ou dois ex-clientes daquele profissional. Não o RH da empresa, não o chefe dele, nem o dono da consultoria ou da “sociedade”, mas, antigos clientes daquele coach, que possam fornecer informações sobre como ele é como pessoa, como é a técnica utilizada. Conselhos, por exemplo, não são utilizados em coaching. Procure saber quanto tempo durou o processo e quais os resultados alcançados. É importante que estas informações sejam fornecidas por coachees que passaram pelo processo com aquele coach, até porque algumas empresas de coaching têm contratado coaches com uma bela formação em outras áreas, mas que são fracas em coaching e, sem experiência. Isso porque são empresas de consultoria e também não sabem como selecionar os melhores.</p>
<p>No caso de curso de formação, solicite o contato com ex-alunos e além de perguntar sobre o conteúdo do curso, pergunte como foi a entrega deste conteúdo, se o professor demonstrou a sua competência de coach durante o curso ou se simplesmente deu aula, tipo “cuspe e giz”. Lembre que um curso só informativo pode ser substituído com muita economia pela leitura de alguns livros.</p>
<p>O terceiro cuidado serve tanto para a contratação de coach quanto para a seleção do curso que irá fazer: solicite uma demonstração. Fazer uma sessão de coaching com o seu pretendente a coach ou com a pessoa que irá te ensinar coaching é a “prova dos nove” e, se ao final desta sessão você não estiver se sentindo inspirado e estimulado, desconfie. Se você estiver se sentindo criticado e julgado, fuja!</p>
<p>*Eliana Dutra é coach máster pela ICF, vice-presidente do chapter Brasil da ICF, diretora geral da Corporate Coach U do Brasil e autora do livro Coaching – O que você precisa saber.</p>
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		</item>
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		<title>Navegando na Incerteza</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/navegando-na-incerteza/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 17:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[ Primeiro é preciso admiti-la.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Volta e meia, no meio de um treinamento, alguém me faz uma pergunta para a qual não tenho resposta, seja porque não sei mesmo ou porque não há resposta única ou certa. Não tenho o menor problema em responder que não sei e estimular um debate sobre a questão, mas percebo certa frustração diante da falta de uma resposta tranquilizadora, do tipo, consulte a página 49 de tal livro.</p>
<p>Como executiva, participei de dezenas de reuniões em que intuíamos o caminho, mas não tínhamos a menor ideia de onde começar. Parecia haver entre nós um código não escrito que declarava ser feio alguém confessar-se ignorante bem no meio de uma reunião. Continuo achando curiosa essa conduta da etiqueta corporativa, pela qual parece ser aceitável reconhecer publicamente uma parcela de nossa ignorância somente em situações de planejamento estratégico, jamais em decisões cotidianas. E é justamente nas pequenas decisões do dia a dia que o planejamento pode ganhar vida além do papel.</p>
<p>O coach navega precisamente na área do não saber, porque é nela que reside a possibilidade de descobertas geradoras de saber e de escolhas de ações deliberadas. O coach recorre a perguntas para provocar o cliente a encontrar as próprias respostas. Com distinções entre fatos e interpretação, entre o que é sabido e o que é desconhecido, o cliente é encorajado a articular para si mesmo e para os outros as fronteiras entre suas certezas e incertezas e identificar quais as perguntas para as quais ele mesmo precisa buscar respostas, seja por meio da própria reflexão, seja com base na ajuda de terceiros.</p>
<p>Queremos ter certezas porque elas aplacam nossa ansiedade e alimentam a ilusão de estarmos no controle da situação, mas é cada vez mais comum estarmos diante de situações ambíguas, para as quais não há respostas prontas. Sentimos na pele que o mundo muda mais rapidamente do que conseguimos notar, que dirá ter respostas prontas e adequadas. Para navegar na incerteza, é preciso admiti-la. No atual mundo de tsunamis de informações e transformações, a postura de sobrevivência é a do eterno aprendiz. Dizer “não sei” pode ser libertador.</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado no portal  <span style="color: #003366;">Nós da Comunicação</span></em></p>
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		<title>O medo: o maior gigante da alma</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/o-medo-o-maior-gigante-da-alma/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 13:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempo de ousar fazer a travessia para não ficarmos à margem de nós mesmos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e se não ousarmos fazê-la teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos. </em></p>
<p>Fernando Teixeira de Andrade</p>
<p>In:  O medo: o maior gigante da alma.</p>
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		<title>Criatividade é mecanismo de preservação de nossa espécie</title>
		<link>http://www.phoenixcoach.com.br/blog/estamos-educando-nossas-criancas-para-um-mundo-que-sera-completamente-diferente-do-que-hoje-conhecemos-no-entanto-nosso-sistema-educacional-e-o-mesmo-criado-a-partir-da-revolucao-industrial-criati/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 17:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso sistema educacional é o mesmo criado a partir da Revolução Industrial]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos educando nossas crianças para um mundo que será completamente diferente do que hoje conhecemos. No entanto, nosso sistema educacional é o mesmo criado a partir da Revolução Industrial. <!--copy and paste--></p>
<p>
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		<title>O Cisne reinventado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 19:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O ser humano e suas lindas possibilidades de recriação! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pausa para alimentar a alma:  a reinvenção do Lago dos Cisnes pelo Circo Chinês.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4sMc-p19FIk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4sMc-p19FIk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Sem rótulos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 22:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Rótulos: saímos por aí etiquetando tudo que aparece a nossa frente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cérebro humano usa atalhos e sistemas de classificação para apreender a realidade e nela conseguir navegar. Por essa razão, sem perceber, vamos classificando tudo o que aparece a nossa frente. Para facilitar a tarefa, recorremos aos rótulos e saímos por aí etiquetando: eu sou prolixo, ela é teimosa, eles são inflexíveis&#8230;</p>
<p>Na linguagem de coaching, rótulos são palavras grávidas; por encerrarem tantos significados, acabam não definindo nada em termos concretos.</p>
<p>Os rótulos representam uma armadilha da qual é difícil sair. Como exemplo, cito uma conversa recente com dois amigos. Ambos são professores e têm a mesma reclamação: ‘sou muito prolixo’. Na conversa, os dois comentavam a dificuldade que isso representa na vida de um professor. ‘Porque sou prolixo, acabo não fechando minhas aulas no tempo planejado’. ‘Como sou prolixo, falta clareza em minhas apresentações’. E por aí seguiram numa longa lista de consequências da tal prolixidade.</p>
<p>Digo que o rótulo é uma armadilha porque nos encapsula na posição do ‘eu sou assim’. Essa depreciação, que somente foca nosso olhar nas consequências negativas de nosso modo de agir, não consegue apontar a possibilidade de saída. A rigidez do ‘eu sou’, como se todo o meu ser assim fosse, resulta na impossibilidade da transformação.</p>
<p>A chave é a compreensão clara dos comportamentos específicos que cada indivíduo apresenta de forma distinta por baixo do mesmo rótulo. Se quisermos mudar um comportamento, será preciso entender qual é o comportamento a ser transformado. O coach desconstrói o rótulo na busca de comportamentos observáveis, esses sim, passíveis de mudança.</p>
<p>No papo com meus dois amigos, perguntei: <br />
- O que vocês fazem exatamente quando são ‘prolixos’? Por favor, descrevam como se comportam.</p>
<p>Ele disse: <br />
- Ah! Eu demoro muito para chegar ao ponto. Fico dando voltas. Acho que preciso facilitar o aprendizado por meio de muitos exemplos e explicações detalhadas e, com isso, adio a apresentação do ponto central.</p>
<p>Ela disse: <br />
- Comigo é diferente. Acho que tudo é importante. Dou informação demais e acabo perdendo o foco.</p>
<p>As ações que ambos descrevem são parecidas, mas há uma sutileza na forma como se encaixam na definição de prolixo. Ele é mais demorado, leva um tempo, mas chega ao ponto. Ela é difusa e, muitas vezes, nem consegue chegar a seu objetivo.</p>
<p>Uma vez decodificado o comportamento, torna-se possível descobrir como descolar o rótulo.</p>
<p>A ele, pergunto: <br />
- O que você precisa fazer para chegar mais rapidamente a seu ponto? Como você pode se desafiar a chegar a seu ponto em três minutos?</p>
<p>A ela, posso perguntar: <br />
- Como você pode escolher três pontos que são importantes e abrir mão de todos os outros? O que você pode fazer para identificar e se concentrar nos três pontos realmente relevantes de cada apresentação?</p>
<p>Assim trabalha o coach: fazendo perguntas geradoras de uma reflexão que leve à ação.</p>
<p>Dias depois dessa conversa, voltei a me encontrar com minha amiga. Ela estava chegando de um congresso e, radiante, contou que, na sessão de apresentação de seu trabalho, foi a única a terminar a exposição rigorosamente dentro do tempo concedido. Tinha 20 minutos para resumir toda a sua tese de doutorado. O que ela fez? Concentrou-se nos três pontos mais relevantes e abandonou o resto, por mais interessante que lhe parecesse. Nunca tinha experimentado fazer sua preparação dessa maneira, e funcionou!</p>
<p>Como nosso professor de matemática já nos ensinava, precisamos buscar a resposta no enunciado do problema.</p>
<p><em>Artigo originalmente publicado no portal<a href="http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna_col.asp?panorama=86&amp;tipo=C" target="_blank"> Nós da Comunicação</a></em></p>
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